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Letra "Desalento" - Ana Luiza e Thomas Howard

Atualizado: 5 de jul. de 2023


A dose, a solidão, o desalento,

Florada ressequida de relento,

Escândalo, balbúrdia, esquecimento,

Meu peito, feito fel, curvado ao vento.


A hóstia, o desgosto, o portento

Do homem que anistia sua espada,

Que cobra a alma límpida da enxada,

Que verga seu torrão ao sal do tempo.


Ó vida, que esplêndida morada

De tantos cantos de arrependimento!

Instaura como finda a minha jornada!

Suspende em teu fogo o meu intento!


Reclama, ó justíssima senhora,

As horas perdidas em ruínas,

Em infâmias, em silêncios, sedimentos

E em busca de estúpida desforra.


Ó morte em vida, dá-me o seu negrume

E tange minha espádua sem piedade

Que a vida, sem ser mais do que queixume,

Nem mesmo há de servir pra ser saudade.



 

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